Sobre | PALUÍ
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SE QUERES SABER O QUE É O PALUÍ…
PÕE O TEU DEDO AQUI:

VIAGEM POR HISTÓRIAS SONORAS QUE A LÍNGUA PORTUGUESA CONTA – O PROJETO

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O projeto Paluí, uma palavra inventada, é o epílogo do projeto Se queres saber o que é o Paluí…põe o teu dedo aqui: viagem por histórias sonoras que a língua portuguesa conta implementado no ano letivo de 2014-15 nos nove agrupamentos de escola do Município de Santa Maria Feira (MSMF).

 

Tendo como berço a obra musical de Helena Caspurro editada em CD com o mesmo nome, em 2013, um álbum comemorativo dos 40 anos da Universidade de Aveiro, este projeto, criado pela autora em colaboração com Pedro Carvalho de Almeida, ambos docentes do Departamento de Comunicação e Arte (DeCA) da Universidade de Aveiro e investigadores, respetivamente, do INET, CESEM e ID+, teve como principal objetivo o desenvolvimento da língua portuguesa através da música. Sob orientação da equipa do Centro de Recursos Educativos Municipal (CREM), envolveu mais de quinhentas crianças do Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, bem como os respetivos professores.

 

Paluí tal como aqui se apresenta é, pois, a consubstanciação, em palavra e cor, de uma viagem percorrida por centenas de crianças em torno dos nove temas do CD – um ‘tocar’ e submergir naquele que parece constituir o seu potencial imagético nas múltiplas expressões e polissemias: som, música, poesia, movimento. E até imagem. A dos dois vídeos que, tendo já palmilhado o mundo em festivais de Cinema e Animação, compõem a mesma obra musical, Paluí e Navegar. Realizados e editados em 2013 pelo Cine Clube de Avanca e Mulher Avestruz, também estes foram germinados pelos lápis e canetas dos meninos que participaram no álbum, bem como pelos desenhos que a própria autora esboçou aquando da sua passagem pelo Jardim Escola, tinha então cinco anos de idade.

Este será, enfim, mais um livro de histórias para crianças. Mas, desta vez, concebidas por elas próprias. A sua inspiração foi, pois, uma realidade simultaneamente tangível e quimérica: Paluí. Um cruzar simbólico de impressões e significados que, habitando, omnipresente, os sons da sua música, os seus nove temas, as palavras cantadas, ou até mesmo as imagens que nele moram, nelas fez desaguar outros sentidos, memórias, gestos, intuições. Outras cores. Outras personagens. Outros lugares. Outros odores. Outras melodias. Outros modos de ver, ouvir, ser… Interpretar. Imaginar.

 

E escrever.

 

Quem as conta é Joana Caspurro, irmã de Helena, especialista por profissão nas artes da tradução e escrita, que as vasculhou, elegeu, emparelhou, coseu e cortou, recompondo-as neste texto gordo e inédito.

 

Paluí em livro, a materialização, em suma, daquele que é o primordial objetivo do projeto, o desenvolvimento da expressão verbal, escrita e criativa dos alunos, revela ainda dois outros propósitos amplamente conseguidos. Um foi o de estimular os professores na procura e implementação de estratégias e recursos didáticos que fomentassem através da música e das artes, nomeadamente o vídeo, tal intuito.

A história deste livro

O outro reportou-se ao gerar e editar de artefactos destinados à conceção e contemplação de contextos cénicos, audiovisuais e gráficos, tendo em vista, respetivamente, um espetáculo performativo, que se realizou a 31 de maio de 2015 no Cineteatro António Lamoso com a banda de Helena Caspurro, e a ilustração do livro que ora se publica – figurinos, filmes/vídeos, personagens, desenhos, instrumentos musicais.

 

A ideia de que estes objetos resultassem, no plano da construção de narrativas e significados, do enlaçamento e envolvimento não apenas de diferentes planos de perceção, interpretação, imaginação e síntese expressiva – ouvir, ver, ler, escrever, desenhar, animar, sentir –, como de distintos públicos, universos etários e escolares, moldou o rumo do fim em vista.

 

É pois neste sentido que a experiência interpretativa e expressiva é levada também às salas de aula da Universidade de Aveiro, concretamente aos cerca de cinquenta alunos do 2º ano da licenciatura em Design do DeCA durante o ano letivo de 2013-14, sob a orientação de Pedro Carvalho de Almeida, donde brotaram algumas das ilustrações que, coexistindo com as mais pueris, vindas das escolas, compõem este livro. É neste sentido, também – a senda pela diversidade de lugares, gerações, perspetivas, expressões e polissemias – que o escritor Nuno Higino é convidado a ‘tocar’ no quimérico Paluí com o seu dedo de poeta. É dele a história ‘Paluí está aqui?’, que desfecha esta obra.

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Um dos palcos que, para além da escola e do concerto propriamente dito, merece ser lembrado, pelo que contribuiu para a consubstanciação e visibilidade do que aqui fica resumido num aglomerado de páginas de fantasia, é Paluí em instalação multissensorial que habitou o Imaginarius Infantil, realizado na semana anterior ao espetáculo performativo, atrás mencionado.

 

Tendo sido um lugar de mostra dos trabalhos, sobretudo ilustrativos, realizados pelas crianças, funcionou no terreno e em comunhão estreita com o espetáculo, como um laço entre a comunidade e a escola. Até mesmo um elemento de continuidade. Através de um artefacto especialmente concebido, a ‘Somalandra’ – dispositivo simbólico e interativo, potenciador de imaginários sonoros, criado pelos autores juntamente com Filipe Lopes, que recolheu e gravou numerosas mensagens enviadas pelos visitantes daquele festival, quais paluinautas, ao Paluí –, foi composta uma sonoplastia que constituiu um dos momentos singulares do concerto, onde participou também a Orquestra Criativa de Santa Maria da Feira sob a regência de Aleksandar Caric.

 

Esta ideia de possibilitar que outros públicos entrassem na viagem desfrutada nas escolas, algo que ganhou sentido à medida que o projeto se consolidava e expandia, consumou-se ainda num outro evento: a construção do planeta Paluí, iniciada nas salas de aula. Este objeto, uma bola gigantesca que cresceu e fecundou durante os dias do Imaginarius, foi por fim levada para o Cineteatro António Lamoso, tendo vivido cenicamente suspenso no palco que acolheu o concerto.

 

Paluí em espetáculo, o primeiro retorno ou feedback do que, até então disperso pelas diferentes escolas e turmas, se almejava ver em obra feita e acabada, foi também um momento de revelação. Com efeito, o que sempre existiu oculto e omnipresente num leitor de CD pousado numa sala de aula, foi finalmente visto e ‘tocado’ pelos olhos despertos e curiosos das crianças: os músicos. Esses que ao longo de oito meses ajudaram a semear os canteiros da imaginação e da memória. As suas vestes coloridas, os seus instrumentos, os seus olhares astutos, a sua arte de falar e inspirar em som.

Pôr o dedo em Paluí significou, aqui, no Cineteatro, a concretização dum sonho. Porque Paluí estava ali em todo o lado. Em tudo o que não chegava para ser dito ou imaginado, muito menos exposto em papel, documentários ou resenhas académicas: música, vídeos, desenhos, personagens, bichos, entes planetários… E… pessoas. Todas as que nele viajaram, os paluinautas.

 

Paluí, como ficou representado no planeta suspenso no palco do Cineteatro António Lamoso, é gigante em emoções, afetos, ideias, toques, olhares, dedos, geografia… Talvez não tenha mesmo acabado aqui. Como, aliás, este livro.

 

E porquê tudo isto? Para quê toda esta empreitada de coisas, almas e gentes?

 

Ligar a música a uma das áreas tão fulcrais e prementes do currículo e ensino, como o Português, optimizando aquele que se crê constituir o seu decisivo potencial – ser ‘matéria’ simultaneamente percetível e invisível, mãe e colo de imaginários – foi sem dúvida o motor do projeto. Paluí, o CD entretanto editado, terá dado o mote. Porque era incontornável a presença da infância em quase tudo o que o compunha – os textos das canções, também da lavra da autora, os vídeos que dele fazem parte, as ilustrações do livrinho que acompanha o objecto CD.

 

Era incontornável, por conseguinte, não deixar de olhar para aquela obra sem vislumbrar o que pareciam ser, à nascença, as suas indisfarçáveis virtudes. O que encerrava enquanto pertinente potencial exploratório e educativo para a promoção, em contexto multi e interdisciplinar, quer da cultura auditiva e musical esteticamente cuidada e selecionada em sala de aula, quer da expressão e imaginação literária, visual e plástica das crianças.

 

A constatação foi, aliás, precocemente confirmada pela iniciativa espontânea do Colégio S. Gonçalo de Amarante, que, no ano letivo de 2013-14, pela mão do seu diretor, o professor Marco Aurélio Dias da Silva, levava a efeito, qual coincidência, um trabalho de interpretação do tema/vídeo Navegar, do CD Paluí, para promoção da aprendizagem da língua portuguesa – do qual resultou uma das histórias que compõem a mescla textual deste livro. É dela autor o António Francisco do 5ºB.

 

Àquele pressuposto, de mãos dadas com ele, aliás, juntou-se a ideia de conectar a Escola com o palco da vida artística real, nas suas múltiplas expressões e materializações. Porque se crê que a aprendizagem é, para além das infindáveis constelações de natureza psicológica, espiritual, biológica, física, material, virtual, digital, pessoal, social…, a consumação de gestações de imaginários próprios e únicos, processo que parece frutificar–se no contacto pleno com a ‘obra’ e seus autores – a outra escola. Porque se crê, enfim, que imaginar, construir, fazer obra, experienciando os processos que a fundam, a contemplação estética, parecem ser argumentos inseparáveis da educação para a vida, conhecimento e realização humana. Pôr o dedo aqui não é mais, pois, do que ‘tocar’ no âmago da vida – tudo que a move, gera, estende e transforma. Em expressão. Em discurso. Em saber. Em arte. Em ser.

O livro, o culminar enfim de tudo isto congregando diferentes planos de observação e interpretação é, em si mesmo, a alma que deu corpo, em papel, às inúmeras vivências e experiências humanas geradas por causa da sua nascença. Tendo como ponto de partida um ‘tocar’ na música – no que brota das suas deambulações –, um olhar enfim para o que dela não se vislumbra a não ser por ideação, materializa-se na reorganização e registo dos seus múltiplos significados expressivos: o som, a cor, o movimento, a voz, a palavra.

 

Uma nova coisa ou entidade que reflete, sob o ponto de vista educativo e em perfeita coexistência, realidades aparentemente desconectadas: a escola e a vida, o exercício e a arte, o real e a fantasia, o amador e o profissional, o pueril e o adulto, a criança e o jovem, o infantário e a universidade, a sala e o palco, o aprendiz e o autor, o caderno e a obra. É assim este livro. É assim que deve ser olhado, palpado, lido, saboreado. Imaginado.

 

Um apontamento por fim que é, em si, preliminarmente grandioso. O trabalho absolutamente arguto e dedicado de todos os que constituem a equipa do CREM: Vânia Nobre, Alexandra Pinho, Lília Couto, Sara Freitas, Margarida Carneiro, André Almeida, Ricardo Almeida. Ele é insubstituível na consumação de tudo o que foi, é e será Paluí. Como, não podia deixar de ser, o dos professores e educadores de todas as crianças que aqui deixam a sua obra: Adelaide Melo, Alexandrina Santos, Ana Feiteira, Ana Paula de Almeida, Emília Nunes, Isabel Ribeiro, Laurinda Reis, Maria Amélia Santiago, Maria do Carmo Tavares, Maria José Coelho, Maria de Lurdes Alves, Maria Rosário Miranda, Olga Reis, Patrícia Nogueira, Paula Cristina Carvalho, Paula Silva, Raquel Fontes Tavares, Rosa Maria e Teresa Margarida Tavares.

 

A eles e por causa deles se deve este Paluí, que mais não é do que o continuar de uma utopia germinada no som da voz e da palavra.

O projeto foi apoiado pelo Município de Santa Maria Feira (MSMF), pelouro da educação, bem como pela Universidade de Aveiro e centros de investigação a que Helena Caspurro e Pedro Carvalho de Almeida, seus autores, estão conectados, respetivamente INET, CESEM e ID+, tendo sido implementado no ano letivo de 2014-15 nos nove agrupamentos de escola daquele município. Envolveu cerca de seiscentos alunos distribuídos por dezoito turmas (nove do Pré-Escolar; nove do 1º ou 2º Ciclo do Ensino Básico), respetivos professores, bem como sete elementos do Centro de Recursos Educativos Municipal (CREM), que, sob a tutela dos autores, intermediaram a experiência no terreno. No DeCA participaram cerca de cinquenta alunos do 2º ano da licenciatura em Design.

 

A organização e conceção de recursos, estratégias e materiais didáticos que potenciassem, em cada um dos nove temas do CD, a imaginação linguística e simbólica tendo em vista a composição escrita constituiu, em estreita colaboração com a equipa do CREM, a fase preliminar do projeto – que culminou com uma sessão esclarecedora com todos os professores e educadores, num dos espaços daquele centro, estava-se em setembro de 2014. Aqui foi feita ainda a entrega de materiais, organização e seleção dos temas por turma. No mesmo ano, correspondendo ao segundo semestre lectivo de 2013-14, empreendia-se na Universidade de Aveiro, no DeCA, sob orientação de Pedro Carvalho de Almeida, o desenvolvimento de ilustrações pelos alunos do 2º ano da licenciatura em Design.

 

A segunda fase, implementada ao longo do ano letivo de 2014-15, consistiu no estudo da língua portuguesa nas dezoito turmas participantes, enquanto a terceira, mais uma vez sob a orientação preciosa da equipa do CREM, se desenrolou sobre a construção de artefactos visando a cenografia do concerto, que 8 se realizou a 31 de maio de 2015 no Cineteatro António Lamoso, e o livro – filmes, personagens, objetos cénicos, instrumentos musicais. Com aquele espetáculo, um duplo concerto dada a dimensão do público-participante, visava-se possibilitar às crianças e professores envolvidos, em linguagem mais uma vez simbólica e metafórica e em contacto direto com a obra em estudo, seus músicos reais e performance, o primeiro feedback do trabalho realizado – algo que foi inteiramente conseguido face não apenas ao que lá se viveu e sentiu, como aos testemunhos, registos orais e escritos que se recolheram. Espera-se que o espetáculo, o primeiro e mais imediato resultado educativo e artístico deste projeto, seja exibido e divulgado noutros auditórios do país.

 

A edição do presente livro constitui a última fase do projeto, que exigiu a consumação de cinco momentos cruciais: a avaliação, seriação e organização dos produtos gerados pelas crianças e alunos universitários (destes últimos apenas desenhos destinados a ilustrações); a recomposição escrita, na história que aqui se conta, dos textos concebidos e imaginados pelas crianças – pela mão de Joana Caspurro; o convite a Nuno Higino para (re)construir a sua própria história de Paluí, trecho que (des)fecha esta obra; a procura de uma editora; a organização, composição gráfica, design e paginação do livro – levadas a cabo por Olinda Martins e Pedro Carvalho de Almeida.

O 3º disco de originais de Helena Caspurro, o projeto Paluí, é um CD Antena 1, de cuja rádio tem recebido especial destaque desde o seu lançamento, em dezembro de 2013, nomeadamente no Cinco Minutos de Jazz de José Duarte, no Paixões Cruzadas de António Macedo e António Cartaxo – programas onde recebeu elogiosa crítica –, para além de integrar atualmente as playlists, como acontece aliás com temas de álbuns anteriores. Esteve ao vivo na RTP no Portugal 3.0 de Álvaro Costa e sua edição (Mulher Avestruz) é comemorativa dos 40 anos da Universidade de Aveiro, onde Helena é docente.

Paluí, uma coletânea de canções com música e letra da sua lavra, é um álbum repleto de histórias que Helena (en)canta numa viagem pelo imaginário da infância, para os adultos.

 

Com sonoridades quentes, mescladas por balanços jazzísticos interpretados ao piano pela autora, num formato instrumentalmente diversificado, conta com colaborações dos músicos Brendan Hemsworth, Telmo Marques, António Aguiar (Togu), Arnaldo Fonseca (Nocas), Carlos Mendes, Andrés Tarabbia (Pancho), Mário Santos, José Lima, Pedro Almeida, Luís Trigo, Filipe Monteiro, Nuno Aragão, António Miguel (Tomi), Diana Basto, Inês Lamela, Quarteto em Si, e ainda de Mário Barreiros e António Pinheiro da Silva na mistura e masterização.

Paluí tem sido apresentado em várias salas do país, como o Teatro Aveirense, Cineteatro Alba (Outonalidades), Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro, Cineteatro António Lamoso, CITICA-Carrazeda de Ansiães, Casa da Música, entre outros.

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Helena Caspurro

Criadora do Paluí, Professora Auxiliar no DeCA, investigadora e colaboradora, respetivamente, do INET-Md e CESEM. Leccionou também nas Escolas Superiores de Educação da Guarda, Coimbra e na FCSH, Universidade Nova de Lisboa.

Pianista, cantora, compositora e letrista num género jazzístico e de fusão, editou três CDs de originais, Mulher Avestruz (2003), Colapsopira (2009) e Paluí (2013), o último comemorativo do 40º aniversário da Universidade de Aveiro, um CD Antena 1. Apresenta-se em concertos dentro e fora do país.

Da sua atividade, destaca-se ainda o estudo da improvisação e compreensão musical – donde resulta sua dissertação de doutoramento Efeitos da audiação da sintaxe harmónica no desenvolvimento da improvisação – a criação e direção artística de vídeos musicais, de espetáculos cénicos para crianças e professores na Casa da Música e, ainda, de trabalhos artísticos multidisciplinares.
Exemplo disso é Paluí, onde participaram seiscentas crianças do Pré-Escolar e Ensino Básico dos nove agrupamentos de escola de Santa Maria da Feira, bem como cinquenta alunos de Design da Universidade de Aveiro, e que resultou na edição do livro Paluí: Viagem por histórias sonoras que a língua portuguesa conta, inspirado na música do seu último CD e que neste site se espreita.

Em 2017-19, Palui vai ser reinventado noutros projetos no país para os quais foi solicitada liderar, concretizando objetivos que também atingirão hospitais psiquiátricos e doentes mentais.

Os vídeos Paluí e Navegar, do seu último CD, premiados várias vezes em Portugal, foram selecionados e nomeados em festivais de cinema internacionais em todo o mundo, como o 6º Festival Internacional de Cinema Infantil CMS, em Lucknow, na Índia.

 

Mulher Avestruz

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Pedro Carvalho de Almeida

Designer de comunicação, professor, e investigador. Bolseiro de investigação (pós-doutoramento, financiamento FCT) no Instituto de Investigação em Design Media e Cultura (ID+) e Central Saint Martins – Research, University of the Arts London (CSM–UAL).

Obteve o doutoramento em design na CSM–UAL (Brand Archives, financiamento FCT), onde lhe foi atribuída uma bolsa de pós-doutoramento (Cultural Engagement) do Arts and Humanities Research Council (AHRC). É Professor Auxiliar no curso de design do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, presentemente em licença de investigação.

É professor visitante no Central Saint Martins College of Art and Design, ENSCI – Les Ateliers Paris, e The Glasgow School of Art – School of Innovation. Tem desenvolvido conteúdos pedagógicos nas áreas da desconstrução de marcas e desenvolvimento de sistemas de identidade visual, semântica dos produtos, e métodos de investigação visuais.

Enquanto designer, colaborou com um conjunto de organizações em Portugal e no Reino Unido, incluindo grupos empresariais e editoras de música independentes. O seu trabalho ao nível da caligrafia, fotografia, fotocópia, e colagem tem caracterizado muitas das suas criações individuais e em práticas colaborativas no âmbito do design gráfico e de comunicação.

 

Unexpected Media | Orcid | College Saint Martins

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