Em expansão | PALUÍ
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O espetáculo que nasceu do livro

Do livro e da música que o fez germinar construiu-se um espetáculo com o mesmo nome dirigido especialmente às crianças e famílias. As primeiras edições deste espetáculo celebraram o lançamento do livro, em novembro e dezembro de 2017: no teatro da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira e na Livraria da Universidade de Aveiro. Fez pré-estreia no congresso nacional da APEM na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Desde então que tem sido apresentado em várias salas e teatros do país, bem como em conferências internacionais, como, Hands On Piano, Post’IP (Universidade de Aveiro) e 33th World ISME Conference (Baku, Arzebeijão) .

Sendo a consumação performativa, multidisciplinar e artística de todo o conteúdo do livro, traz para cena, nas suas múltiplas expressões, o significado polissémico da viagem realizada pelas crianças/autores:

 

A música tocada e cantada por Helena Caspurro e Arnaldo Fonseca (acordeão)

O teatro pelo ator José Geraldo

A festa através da interação e animação musical com o público nas mãos de António Miguel

Os figurinos da imaginação da Patrícia Costa

A viagem de vídeo e imagem guiada por Pedro Carvalho de Almeida

A poesia gerada por toda a encenação

 

Elenco

Músicos: Helena Caspurro (piano/voz/composição/letras); Arnaldo Fonseca (acordeão)

Atores: José Geraldo; António Miguel

Designer: Pedro Carvalho Almeida

Figurinista: Patrícia Costa

Técnico de Som: Nuno Aragão

Direção artística: Helena Caspurro e Pedro Carvalho de Almeida

Produção: Mulher Avestruz e Universidade de Aveiro

 

Público Alvo: famílias, crianças a partir dos 4 anos; professores Música, Português, Educação Visual, Educadores de Infância, etc.

Para mais informações/encomendas clique aqui

Com música!

 

Paluí. <<...Gosta de pão mas alimenta-se de sonhos e sorrisos, ou de imaginação. O planeta do Paluí deve ser de várias cores porque, por onde viaja, espalha cor! >>

 

Serolhos, carros voadores, bichos de toda a feição – galos de vinte centímetros, papagaios desportistas, alforrecas atentas, muitas espécimenes do bicho-pessoa – e sons que se podem ouvir e enviar por uma Somalandra.

 

A hora do conto com música é um workshop de música destinado às crianças e público escolar do 1º Ciclo do Ensino Básico e Pré-Escolar, com idades compreendidas entre os 5-10 anos de idade. Uma viagem através da música ao mundo Paluí contado pelas crianças.

Durante cerca de 60 minutos, as crianças serão convidadas a participar com voz e movimento na ‘leitura’ do livro. Cantam-se canções, jogam-se movimentos sonoros, ‘escutam-se’ cores e palavras…

Um momento educativo bem animado e humorado onde se procura fomentar a interpretação do quimérico Paluí e a leitura do livro através da música. É dirigido por Helena Caspurro (piano e voz), contando com a animação musical de Nuno Almeida e Diogo Santos.

Leituras para saborear e tocar todos os sentidos, porque se queres saber o que é o Paluí… põe o teu dedo aqui!

Público Alvo: crianças do Pré-Escolar (4-5 anos de idade) e do 1º Ciclo do EB.

Elenco

Músicos e educadores: Helena Caspurro (piano/voz/composição/letras); Nuno Almeida e Diogo Santos (alunos da UA)

Figurinista: Patrícia Costa

Direção pedagógica e artística: Helena Caspurro

Entidade promotora/produtora: Universidade de Aveiro (UA)

Para mais informações/encomendas clique aqui (email workshops)

Laços entre a comunidade e a escola

Paluí esteve no Festival Imaginarius Infantil através de um contentor que foi um lugar de mostra dos trabalhos, sobretudo ilustrativos, realizados pelas crianças e, ainda, de partilha de imaginários com outros públicos.

Estava-se em maio do ano de 2015. E connosco resmas de textos escritos, desenhos e mais desenhos da Teresa, da ‘coisa preta’, do dia branco ou azul, da coruja e do corvo, dos ‘serolhos’, do ‘menino com bicho’, do choro e do riso…

Aqui habitaram, ao lado de um labirinto de imagens que projetavam todos aqueles trabalhos, o planeta Paluí em construção, dando continuidade e conclusão ao que os alunos tinham iniciado na escola, e uma ‘Somalandra’.

 

O planeta Paluí

O planeta Paluí, que cresceu no Imaginarius, esteve suspenso no espetáculo realizado no Cineteatro António Lamoso – a primeira celebração musical e artística do projeto, realizada uma semana a seguir àquele Festival e que contou com a presença de todos os músicos paluinautas.  Uma escultura de texturas múltiplas e cor, ainda hoje é usado como elemento cénico dos espetáculos.

Autores da ideia: Helena Caspurro, Pedro Carvalho de Almeida, Vânia Lopes e Alexandra Silva

Concepção e realização: CREM

Participantes na construção: todos os paluinautas incluindo público-visitante do Imaginarius

 

A Somalandra

Falar com Paluí. Sons que se podem ouvir e enviar por uma Somalandra.

É um dispositivo simbólico e interativo destinado a recolher e enviar mensagens e recados do público ao quimérico Paluí. Por aqui se gravaram e registaram os inúmeros murmúrios sonoros enviados pelos visitantes do Imaginarius a Paluí, com os quais Filipe Lopes compôs uma sonoplastia. A sonoplastia integrou a narrativa sonora e cénica do concerto realizado no Cineteatro António Lamoso.

Autores da ideia: Helena Caspurro, Pedro Carvalho de Almeida e Filipe Lopes

Concepção: Filipe Lopes e Miguel Ferraz

Sonoplastias e composição musical: Filipe Lopes

A utopia serve para caminharmos.

(Carvalho Rodrigues, Lisboa, 21 março 2016)