Em expansão | PALUÍ
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Laços entre a comunidade e a escola

Paluí esteve no Festival Imaginarius Infantil através de um contentor que foi um lugar de mostra dos trabalhos, sobretudo ilustrativos, realizados pelas crianças e, ainda, de partilha de imaginários com outros públicos.

Estava-se em maio do ano de 2015. E connosco resmas de textos escritos, desenhos e mais desenhos da Teresa, da ‘coisa preta’, do dia branco ou azul, da coruja e do corvo, dos ‘serolhos’, do ‘menino com bicho’, do choro e do riso…

Aqui habitaram, ao lado de um labirinto de imagens que projetavam todos aqueles trabalhos, o planeta Paluí em construção, dando continuidade e conclusão ao que os alunos tinham iniciado na escola, e uma ‘Somalandra’.

 

O planeta Paluí

O planeta Paluí, que cresceu no Imaginarius, esteve suspenso no espetáculo realizado no Cineteatro António Lamoso – a primeira celebração musical e artística do projeto, realizada uma semana a seguir àquele Festival e que contou com a presença de todos os músicos paluinautas.  Uma escultura de texturas múltiplas e cor, ainda hoje é usado como elemento cénico dos espetáculos.

 

Autores da ideia: Helena Caspurro, Pedro Carvalho de Almeida, Vânia Lopes e Alexandra Silva
Concepção e realização: CREM
Participantes na construção: todos os paluinautas incluindo público-visitante do Imaginarius

 

 

A Somalandra

Falar com Paluí. Sons que se podem ouvir e enviar por uma Somalandra.

É um dispositivo simbólico e interativo destinado a recolher e enviar mensagens e recados do público ao quimérico Paluí. Por aqui se gravaram e registaram os inúmeros murmúrios sonoros enviados pelos visitantes do Imaginarius a Paluí, com os quais Filipe Lopes compôs uma sonoplastia. A sonoplastia integrou a narrativa sonora e cénica do concerto realizado no Cineteatro António Lamoso.

 

Autores da ideia: Helena Caspurro, Pedro Carvalho de Almeida e Filipe Lopes
Concepção: Filipe Lopes e Miguel Ferraz

Sonoplastias e composição musical: Filipe Lopes

Foi a 9 de junho de 2018, no auditório da Faculdade Medicina Dentária, Lisboa, que os alunos das classes de coro do Atelier Musical (3º, 4º, 5º e 6º anos) da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional e seus diferentes Pólos, interpretaram as canções de Paluí sob a direcção de Nathanael Júnior, professor daquela escola e aluno da Universidade de Aveiro, e Rúben Rodeia. O espetáculo, integrando a 1ª parte do concerto de final de ano, teve o formato de um Musical com um guião inspirado nas músicas do álbum, concebido e representado pelas crianças sob a coordenação de Bruno Cochat e Rúben Santos.

 

Produção: Escola Artística de Música do Conservatório Nacional em colaboração com a Universidade de Aveiro, Inet-md e CESEM
Foram acompanhados por Helena Caspurro (piano acústico/elétrico e voz), Arnaldo Fonseca (acordeão) e Pedro Lima Pereira (guitarra elétrica).

 

Paluí está aqui?: Festival ‘Ao Alcance de Todos’

Sala 2: 16 Abril às 19H30

 

Paluí: nascido na música, quimérico por natureza, fez mover centenas de crianças até à escrita de um livro. A viagem segue agora pelas mãos de paluínautas de outras galáxias sob comando do Serviço de Reabilitação Psicossocial do Hospital Magalhães Lemos e de equipas da Universidade de Aveiro e do Instituto Politécnico do Porto. Um momento revelador de que a música, o teatro, as artes visuais e plásticas, a imagem e a palavra estão ao alcance de todos, fazendo parte da construção dos livros da vida.

Para mais informações.

 

Direcção Artística: Helena Caspurro e Pedro Carvalho de Almeida
Coordenação Artística: António Miguel Teixeira, Filipe Lopes e João Pereira
Interpretação: Serviço de Reabilitação Psicossocial do Hospital Magalhães Lemos